Check-raise
Primeiro check, depois raise após o oponente apostar. Uma armadilha com dentes.
Você está na big blind com 6♣6♦. O cutoff dá raise, você dá call. Flop: K♠6♥2♦. Você acertou um set no flop, e ele é invisível - o flop parece território de top pair, e ninguém coloca a big blind com três seis. Você dá check. O cutoff lê fraqueza e dispara um continuation bet. Agora você dá um raise grande. Num board tão seco não há draws para perseguir, então é simples: qualquer king dá call e te paga, e um bluff que disparou num pot em check tem que dar fold e deixar seu bet para trás. Essa é a jogada - deixe o agressor construir o pot, depois tome ele.
Dar lead diz para a mesa que você gosta da sua mão, então qualquer coisa sem nada dá fold antes de colocar uma ficha. Dar check não diz nada, então eles dão bet com mãos que nunca dariam call num raise a frio - e são justamente essas as mãos que você faz raise por value. Também pune o auto-c-bettor: um jogador que dispara em todo pot em check não importa o que acertou é exatamente quem um check-raise come vivo. Como bluff funciona da mesma forma ao contrário - dá check numa scare card, deixa um oponente cauteloso dar bet numa mão marginal, e o raise leva o pot na hora. Mas essa versão precisa de fold equity de verdade, já que um call te deixa em draw.
O erro comum é fazer isso só com monstros. Faça check-raise só com the nuts e nada mais, e qualquer oponente acordado para de dar bet contra seus checks - agora a armadilha não pega nada. O outro erro é dar um size pequeno demais. Um raise que mal dobra o bet não cresce o pot nem tira ninguém do preço. Só vira sua mão para cima por um lucro pequeno.